Sobre a Não Não

Aqui vais encontrar artigos para usar com orgulho. Convidamos artistas e projetos emergentes para criar sobre um mote que queremos usar ao peito (nos dedos, orelhas, às vezes por cima de uma camisola de inverno, ao ombro ou até pendurar na parede).

Todas as peças são exclusivas, com quantidades limitadas. Apesar da vontade de tornar estas mensagens universais, preferimos uma produção sustentável, que garanta um catálogo mais pequeno, mas que assegure proteção e condições do trabalhador, respeito pelos direitos criativos dos autores e que seja contra o desperdício.

O Nosso Mote

Às vezes é preciso dizer duas vezes. Não é bem repetir, é mais sublinhar.

Desengane-se quem acha que Não Não é uma recusa. Pelo contrário, é uma afirmação – ou duas – de quem somos, o que queremos, o que fazemos e para onde vamos.

Somos um espaço de liberdade, amizade, reflexão e criação, onde a mulher, a comunidade LGBTQ+, a democracia e a autodeterminação vêm em primeiro. Sim, em primeiro – às vezes vale a pena dizer duas vezes.

Este é o lugar de quem está enraivecida e cansada: de ter que comprovar que não tem nada a provar, de desinformação, da falta de empatia, de ter que ouvir o “que parece bem” e que parece mal”. JUNTAS vamos deixar de ser boas meninas, porque as mulheres bem-comportadas nunca fizeram História. É daqui que nasce o Clube das Impertinentes.

De onde viemos?

A Impertinente que nos deu apelido, vida e mote é a Clara Não, que és capaz de conhecer do mundo da ilustração, talvez do Instagram, possivelmente dos artigos de opinião ou de tantas outras coisas que ela faz. O ativismo da Clara não podia ficar apenas em nome próprio, foi feito para partilhar com mais vozes e cabeças. Daí nasceu a Não Não, uma comunidade, em desenvolvimento, de pessoas que partilham dos mesmos valores.